domingo, 24 de julho de 2011

PROJETO CALIEDOSCÓPIO 2

FASE 2-PROJETO MULTIDISCIPLINAR 3ª SÉRIE – EM - Matutino
CALEIDOSCÓPIO: Um olhar crítico – recortes das transformações ocorridas no início do século XX
7. Data de apresentação: 18,19 e 20/06
8. Local: Auditório do CEM 01
9. Disciplinas envolvidas:
Português – Professores Carlos e Caetano
• 3º A – João Cabral de M. Neto ( Morte e vida Severina), Tiago de Melo (Estatuto do Homem) Ferreira Gullar( Poema sujo) e Solano Trindade (Tem gente com fome e Conversa).
• 3º - Carlos Drummond de Andrade (Sentimento do Mundo e Rosa do Povo) Guimarães Rosa (Grande Sertão: Veredas).
• 3º C – Semana de Arte moderna- Textos de Oswald e Mário de Andrade e Manoel Bandeira. Villa-Lobos.
• 3º D – - Universo Feminino: Clarice Lispector, Cora Coralina, Cecília Meireles, Mirian Alves e Adélia Prado.
• 3º E-Tropicália, Pop Art,Poesia Concreta, Poesia Marginal, Rock Nacional( anos 70).
• 3º F Vinicius de Moraes.
• 3º G- Chico Buarque
• 3º H – Poesia e rap: a arte da rua. (Sérgio Vaz- Sarau da Cooperifa -Cooperativa Cultural da Periferia).
Arte – Professora Dora
• 3º A – Portinari
• 3º B – Di Cavalcante e Arte Contemporânea (Espaço ECCO)
• 3º C – Tarsila do Amaral
• 3º D – Frida Kalo e Anita Malfati
• 3º E – Pop Art
• 3º F – Bossa Nova
• 3º G – Geraldo Vandré e arte na repressão
• 3º H – Grafite
Geografia – Professor Afonso
Caracterização das ditaduras e movimentos de democratização na América Latina.
• 3º A – Cuba
• 3º B - República Dominicana e Haiti
• 3º C – Revolução Mexicana - Emiliano Zapatta e Pancho Villa e os reflexos nos dias de hoje.
• 3º D – Argentina- Perón e Evita
• 3º E – Chile- o golpe militar- Pinochet
• 3º F – Paraguai de Stroessner
• 3º G –Argentina- Militares – Década de 70/80
• 3º H – América Central – Nicarágua, Honduras, Guatemala e EL Salvador.
Filosofia – Professora Valéria
• A influência dos poderes político,econômico e ideológico no pensamento da época(observar os temas de Geografia ou História).
Sociologia – Professora Luciane
• Representação das mulheres e dos negros na política nacional.
• O estado laico e o poder da religião.
• A participação política nos movimentos GLBTS
• Os donos do poder e poder dos donos.
• Os sentidos e os tipos das ações políticas.
História – Professora Euterlúcia (para modificar-resumi os temas)
• 3º A – Governo Lula-2002-2009
As mudanças políticas / a questão agrária/justiça social/ movimentos sociais/ ações afirmativas ( leis 10639/03 e 11645/08)/ Abdias Nascimento

• 3º B – Estado Novo- Era Vargas- 1937 a 1945
A questão do poder /autoritarismo/ditadura/comunismo x fascismo/conseqüências da 2ª Guerra Mundial /contradições políticas internas e externas/ A Frente Negra Brasileira (1931)/

• 3º C – Anos 20 – Panorama do Brasil e do mundo pós-I Guerra Mundial
As conseqüências, para o Brasil e o mundo, da 1ª Guerra Mundial; crise da cafeicultura/tenentismo/semana de arte moderna / crise de 1929)/ a criação do Centro Cívico Palmares (1926-1929)/

• 3º D – O Brasil pós- JK até a tomada de poder pelos militares - Brasil (1ª metade)
Anos 60 - Governos (de Jânio Quadros e João Goulart- Golpe de 64)/ Mito da "democracia racial"

• 3º E –Décadas de 60/70 - Panorama do Brasil e do Mundo
Guerra fria/Guerra do Vietnã/Movimento hippie/Martin Luther King / Constituição brasileira de 1967 / Movimento estudantil de 1968 / O Estudo Tuskegee (experimento desenvolvido de 1932 a 1972 a respeito do desenvolvimento da Sífilis não tratada em homens negros)

• 3º F – Panorama sobre a Segunda Guerra Mundial - Era JK- anos 50
Causas do conflito /aliados x eixo/ JK “cinqüenta anos em cinco”/ Construção de Brasília”/ conseqüências para o Brasil e o Mundo/(Conversar com Euterlúcia)

• 3º G – A ditadura militar no Brasil - Os anos de chumbo
De 1964 a 1985 / uso da repressão / investigação (SNI), censura bipartidarismo: ARENA X MDB / prisões / tortura / exílio (artistas e políticos - Miltom Santos ) / guerrilha urbana e rural / “Milagre econômico” / influência dos EUA / protestos e passeatas / Cinema Novo / Músicas de protesto e “alienação”/anistia política/nascimento do PT.
• 3º H – Sarney, Collor e FHC - anos 80-90
Redemocratização/ Manifestações populares / campanha “diretas já”/ Constituição de 1988/ Plano Cruzado /eleições diretas/Plano Collor/ Impeachment/ Plano Real e reforma do Estado/ Lélia Gonzalez/Abdias Nascimento

BIOLOGIA- Professora Flávia
• 3º A – 3º A: Biomas brasileiros (Nordeste - Caatinga); desmatamento; seca.
• 3º B: Bioma Cerrado - Parque Nacional Grande Sertão Veredas (MG).
• 3º C: Bioma Mata Atlântica.
• 3º D: Questão de gênero - o papel da mulher na questão sócio ambiental.
• 3º E: Bioma Floresta Amazônica.
• 3º F: Política desenvolvimentista no Brasil e seu impacto sócio ambiental; JK (50 anos em 5).
• 3º G: Década de 1970 - movimento ambientalista brasileiro.
• 3º H: Governo Lula - Autorização da produção de alimentos transgênicos no Brasil; Programa de Aceleração do Crescimento (PAC); ocupação desordenada do solo nas cidades.

10. Avaliação
• Português – 3 pontos + 1 ponto ( ensaio, roteiro, compromisso/envolvimento, responsabilidade- nota individual -0.0, 0.5 ou 1.0)
• Arte – 2 pontos
• Filosofia – 2 pontos
• Sociologia – 2 pontos
• História – 3 pontos
• Geografia – 1 ponto
• Biologia-2 pontos

11. Formato de Apresentação

• Abertura - música , dança, poesia, etc.
• Desenvolvimento - Seminário (Power Point) / Documentário em Vídeo( cuidado com tempo) / Dramatização.
• Encerramento-música, dança, poesia, dramatização, etc.

12. Critérios de Avaliação

• Coesão, Coerência e Domínio dos Temas, clareza
• Organização-( Líder- entregar o roteiro para Euterlúcia)
• Criatividade
• Sonoplastia ( uso do microfone)/ Iluminação / Cenário, figurino e maquiagem (responsabilidade da turma)
• Tempo de Apresentação – 50 minutos (máximo)
• Comportamento- ensaio/palco/ plateia
• Montagem e desmontagem-responsabilidade da turma
• Entregar o roteiro (digitado) para a Euterlúcia- até o final de maio
7-Cronograma
• Observar o horário do professor de Português
• Os slides – prontos para os ensaios.Trazer o material que a turma irá utilizar(apresentação).

Turma A B C D E F G H
Ensaio 13/06 14/06 14/06 13/06 15/06 13/06 14/06 15/06

Apres. 20/06 21/06 21/06 20/06 22/06 20/06 21/06 22/06

PROJETO CALEIDOSCÓPIO - 1

PROJETO MULTIDISCIPLINAR 3ª SÉRIE – EM - Matutino
CALEIDOSCÓPIO: Um olhar crítico – recortes das transformações ocorridas no início do século XX
1. Data de apresentação: 30/03, 31/03 e 01/04
2. Local: Auditório do CEM 01
3. Disciplinas envolvidas:
Português – Professores Carlos e Caetano
• Augusto dos Anjos
Arte – Professora Dora
• 3º A – Expressionismo
• 3º B – Cubismo
• 3º C – Dadaísmo
• 3º D – Cubismo
• 3º E – Surrealismo
• 3º F – Futurismo
• 3º G – Abstracionismo
• 3º H – Surrealismo
Geografia – Professor Afonso
• Características do Sistema Capitalista e Socialista
Filosofia – Professora Valéria
Manifesto do Partido Comunista
• 3º A e 3º B – Cap. I – Burgueses e Proletários
• 3º C e 3º D – Cap. II – Proletários e Comunistas
• 3º E e 3º F – Cap. III – Literatura Socialista e Comunista
• 3º G e 3º H – Cap. IV – Posição dos Comunistas dos Diversos Partidos de Oposição
Sociologia – Professora Luciane
Análise da Conjuntura Social - Capítulos do Manifesto
• 3º A e 3º B – Europa
• 3º C e 3º D – Brasil
• 3º E e 3º F – Europa
• 3º G e 3º H – Brasil
História – Professora Euterlúcia
Revoltas Sociais na República Oligárquica
• 3º A – Cangaço
• 3º B – Guerra do Contestado
• 3º C – Guerra de Canudos
• 3º D – Revolta da Vacina
• 3º E – Revolta da Chibata
• 3º F – Guerra de Canudos
• 3º G – Tenentismo e Coluna Prestes
• 3º H – Guerra de Canudos

4. Avaliação
• Português – 3 pontos
• Arte – 2 pontos
• Filosofia – 2 pontos
• Sociologia – 2 pontos
• História – 2 pontos
• Geografia – 1 ponto

5. Formato de Apresentação

• Abertura - Vanguardas Européias – Apresentação Cênica
• Desenvolvimento - Seminário (Power Point) / Documentário em Vídeo / Dramatização
• Encerramento – Sarau – Augusto dos Anjos

6. Critérios de Avaliação

• Coesão, Coerência e Domínio dos Temas
• Organização
• Criatividade
• Sonoplastia / Iluminação / Cenário
• Tempo de Apresentação – 50 minutos (máximo)
CRONOGRAMA DE APRESENTAÇÃO
HORÁRIO 30/ 03 (quarta-feira) 31/03 (quinta-feira) 01/04 (sexta-feira)
1º 3º E 3º G 3º D
2º 3º E 3º G 3º D
3º 3º A 3º B 3º F
4º 3º A 3º B 3º F
5º 3º C 3º H
6º 3º C 3º H
OBSERVAÇÃO: O cronograma de apresentação foi feito a partir do horário do professor de Língua Portuguesa; neste caso, os demais professores deverão conduzir as turmas nas quais estiverem dando aula nos horários supracitados ao auditório para assistirem as apresentações.

SIGE: desafios para a interoperabilidade

SIGE: desafios para a interoperabilidade
Carlos Fernandes Cavalcante
Centro de Educação a Distância- Universidade de Brasília (CEAD- UNB)
CEP: 70910-900 – Campus Darcy Ribeiro, Asa Norte, Brasília/DF – Brasil
carlosfernandescavalcante@yahoo.com
Abstract
Introduced in 2001, the Integrated Solution of Education Management, called SIGE, it makes part of a public politics of the Government of the Federal area that aims to improve the quality of the information’s sent by the schools of the public net to the citizens, GDF and Federal Government. This work presents a study on the challenges found by the SIGE to become an integrated system. The results were obtained after a bibliographical inquiry and comparative analysis with the systems of the states of the Ceará and Goiás, when one checked the degree and challenges for the integration of the above-mentioned system.
Resumo
Implantado em 2001, a Solução Integrada de Gestão Educacional, denominado SIGE, faz parte de uma política pública do Governo do Distrito Federal que visa melhorar a qualidade das informações enviadas pelas escolas da rede pública aos cidadãos, GDF e Governo Federal. Este trabalho apresenta um estudo sobre os desafios encontrados pelo SIGE para se tornar um sistema integrado. Os resultados foram obtidos após uma pesquisa bibliográfica e análise comparativa com os sistemas dos estados do Ceará e Goiás, quando se verificou o grau e desafios para a integração do referido sistema.
PALAVRAS-CHAVES: SIGE- DF, INTEROPRABILIDADE, E-GDF
1-Introdução
A Administração Pública brasileira passa por um profundo processo de transformação tecnológica, gerado por demandas que visam antes de tudo possibilitar ao cidadão comum o acesso a informações mais transparentes e de qualidade, de acordo com Oliveira, J. (2009, p.07) o “atendimento do Estado, por vezes deficiente e insuficiente, fez surgir movimentos na direção de uma nova postura do setor público.
Desde 2001 a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal-SEEDF tem desenvolvido e implementado ações que visam melhorar o acesso de alunos, pais, servidores, pesquisadores, etc. ao universo de suas escolas, dentre elas destaca-se a Solução Integrada de Gestão Educacional – SIGE, que segundo informações do documento SIGE-Web/ 2008, o Módulo WEB da Solução Integrada de Gestão Educacional – SIGE, objeto do deste estudo, tem por objetivo geral ser um instrumento de divulgação de informações acadêmicas para pais, alunos, responsáveis e a sociedade, de modo geral, aumentando a qualidade dos serviços oferecidos pelas instituições educacionais da rede pública de ensino do Distrito Federal. Por isso, estudá-lo significa conhecer aspectos dos processos administrativos que influem diretamente em no fazer pedagógico das instituições. A análise dos resultados de um aluno, turma ou turno podem indicar necessidades de mudanças no planejamento das atividades do docente e na proposta pedagógica das instituições.
Pretende-se expor o que é o SIGE, quais os princípios que o norteiam e possibilidades de interoperabilidade que sistema apresenta. Buscou-se saber o que representou para o sistema público de ensino a sua implantação, e se permanece atual a afirmação de Maurício Cerveira, Diretor de Apoio Pedagógico da Secretária de Estado de Educação, em 2001, para quem “não dá para avaliar até onde a SIGE pode nos levar. São inúmeras as possibilidades. Um exemplo, com base na pormenorização de informações sobre o aluno que o sistema oferece e poderia oferecer, é o desafio de promover uma maior interligação com outras áreas da Administração Pública”. De acordo com o texto publicado no sítio www.codeplan.gov.df, para os responsáveis pela implantação, o SIGE oferecia “inúmeras possibilidades. Quando ocorreu a implantação, todos acreditavam “que o GDF, por intermédio da SEDF, atuava na vanguarda da
informatização das rotinas escolares, em nível nacional”, e “que a implantação da SIGE seria fato consumado e que não haveria possibilidade de retrocesso.”
Diante do exposto, justifica-se a escolha pelo tema e a resposta para a seguinte questão: o SIGE, após nove anos, pode ser considerado um sistema interoperável e de aproximação com o cidadão?
Para respondê-la, pretende-se, neste conciso estudo, trabalhar com conceitos de interoperabilidade, presentes nos trabalhos de Aguiar (2004), Arakaki (2008), Neto (2010), Oliveira, J. (2009), Oliveira (2005) e estabelecer uma relação entre eles e a proposta do SIGE. Expondo, assim, os aspectos facilitadores ou não para os usuários desse sistema. Esclarecendo algumas das causas que contribuíram e contribuem para não interoperabilidade do sistema.
Há também a necessidade de referir ao E-GOVDF (Governo Eletrônico do Distrito Federal), do qual o SIGE faz parte, assim como o Sistema Informatizado de Legislação da Gestão Administrativa - SILEG,como uma importante experiência de interoperabilidade no Governo do Distrito Federal e analisar os SIGEs dos estados do Ceará e Goiás, realizando um estudo comparativo, para demonstrar as semelhanças e diferenças entre as funções e objetivos dos sistemas em suas respectivas Secretarias de Educação.
Como servidor público, que está a serviço de toda uma comunidade, reconhecer através desse estudo os aspectos interoperáveis do SIGE, sginifica validar parte de uma política de formação e aprefeiçoamento, contribuindo para que o cidadão tenha acesso a uma serviço público de qualidade , eficiente e humanizado.
Assim, o breve estudo comparativo, a pesquisa bibliográfica e estudo de três casos, neste caso, os portais e links de acesso aos SIGE- DF, SIGE- GO e SIGE-CE, possibilita um olhar para diferentes sistemas ajudou na compreensão da estrutura do SIGE-DF e na legitimação das palavras dos gestores responsáveis pelo programa em 2001.
As análises, limitadas pelo perfil do estudo, indicam os avanços obtidos e a necessidade de correções e/ou revisão das ações administrativas tanto por parte dos gestores das unidades de ensino como no âmbito da SEEDF. Em momento algum,
propõe-se a substituição do sistema, apresenta-se apenas uma sugestão sobre o SIGE- DF para que de fato ele seja interoperável, ou seja, bem gerenciado e com o foco na comunidade escolar, sendo integrado de fato aos outros sistemas do Goveno do Dsitrito Federal - GDF e Governo Federal.
...
4- Resultados e Conclusões
Em suas considerações finais, Arakaki (2008, p.100) considera “[...] que o portal é visto como uma ferramenta de comunicação do governo, porém em apenas um sentido: do governo para cidadão”, o mesmo se aplica ao SIGE DF, ao tentar acessar alguns links, conforme o disposto no Manual SIGE- WEB 2008, o usuário se sentirá frustrado e deverá procurar a secretaria da unidade ensino para obter as informações que deseja. Entretanto, o sistema funciona e garante, mesmo com problemas, que os dados sejam utilizados para emitir atas, boletins, estratégia de matrícula, aquisição de passe, inscrição do Programa de Avaliação Seriada da Universidade de Brasília- PAS UNB etc.
A “Operação Caixa de Pandora”, fez com o Tribunal de Contas do Distrito Federal, reavaliasse uma série de contratos na área de informática, feitos pela Secretaria de Estado de Educação- SSEDF, resultando em uma série de despachos, disponíveis no sítio http://www.tc.df.gov.br/MpjTcdf/MPjTCDF.htm, que suspenderam contratos até
então vigentes. Algumas empresas envolvidas eram responsáveis pelo suporte técnico e aluguel de máquinas. Com tudo suspenso, o SIGE tem enfrentado o seu maior desafio, como se tornar interoperável sem esse suporte?A reposta é simples, basta que tenhamos um governo ético e comprometido com mudanças. É preciso que se busque a autonomia, no caso do nosso objeto, a opção pelo software livre e que se promova a qualificação dos servidores de todas as esferas do Governo local, com o apoio do Federal, retoma-se a afirmação de Oliveira, J. (2009, p.9) para que o “[...] atendimento ao cidadão consiste no desenvolvimento de novas formas de relacionamento, em que o Estado oferece serviços de forma eficaz e eficiente, independentemente da variável tempo e espaço.”
Diante do exposto acima, pode-se responder ao questionamento desse trabalho: o SIGE, após nove anos, pode ser considerado um sistema interoperável e de aproximação com o cidadão?Sim, apenas passa por problema que não se referem a sua arquitetura. Ela é funcional, necessitando apenas de um novo design gráfico e de uma ação governamental comprometida com a cidadania, pois para Oliveira, J. (2009, p.8) “[...] permite-se constatar que a transformação do modelo é essencial e viável, pois possibilita a introdução de novas práticas e buscando inovações não apenas tecnológicas, mas voltadas para a gestão e os processos e inserindo recursos da TIC.” Neto (2010, p.13) revela que o “[...] SIGE tem permitido aos gestores o acesso a dados referentes à realidade das escolas, o que pode contribuir para eliminar gradativamente a cultura de tomada de decisões sem o balizamento de informações concretas.”
Propõe-se finalmente um novo estudo, mais profundo, realizado por especialistas, mas que sejam capazes de ouvir os usuários, redesenhando o SIGE para que ele seja plenamente interoperável, reafirma-se uma das considerações em Arakaki (2008, p.101) para quem o GDF deve “[...] promover mais ferramentas e recursos que possibilitem a participação do cidadão”. Ao tentar ser ousado, o GDF, esbarraram em suas próprias decisões equivocadas, os sistemas dos estados do Ceará e Goiás, são bem mais simples e funcionais, não enfrentando as dificuldades que por ora passamos.
Referencias
AGUIAR, Paulo Henrique. Sistema de Informação para Gestão Educacional: sistematização de uma proposta de modelo e avaliação do processo de sua construção. Artigo.Ceará. 2004. Disponível em: mpcomp. pgcomp.uece.br/admin/arquivos/PauloAguiar2004.PDF
Acessado em 09/11/2010.
ARAKAKI, Cristiane. O Governo Eletrônico com instrumento de aproximação do Governo e o cidadão. Artigo. UNB. Brasília. 2008. Disponível em: http://bdtd.bce.unb.br/tedesimplificado/tde_arquivos/39/TDE-2008-10-06T131143Z3173/Publico/2008_CristianeArakaki.pdf. Acessado em 08/11/2010
CODEPLAN- Portfólio: Solução Integrada de Gestão Educacional – SIGE. Disponível em: http://www.codeplan.df.gov.br/005/00502001.asp?ttCD_CHAVE=4051. Acessado em : 03/11/2010.
CEAD- Interoperabilidade e Processos Públicos Interinstitucionais. MÓDULO3.
Brasília. 2010. Disponível em: http://moodle.cead.unb.br/mpog. Acessado em:
12/10/2010.
CEARÁ- SEDUC- Disponível em: http://portal.seduc.ce.gov.br/. Acessado em:
12/11/2010.
DOWBOR, L. Tecnologias do conhecimento: os desafios da educação. Rio de
Janeiro. Vozes:2001.
GDF- SEE-Disponível em: http://www.se.df.gov.br/sites/400/412/00000057.pdf. Acessado em 03/11/2010
____http://www.gdf.df.gov.br/045/04504001.asp. Acessado em 30/09/2010
GOIÁS-SEE- http://www.educacao.go.gov.br/educacao/sige/conheca.aspx.
NETO, João L. Horta. Limites para a utilização dos resultados de avaliações nacionais externas estandardizadas:caso da utilização SAEB por um ente federado brasileiro.Artigo.INEP.Brasil.Disponível em: http://www.anpae.org.br/iberolusobrasileiro2010/cdrom/53.pdf. Acessado em 17/11/2010.
OLIVEIRA, João B. Ferri. Governo Eletrônico: Uma Visão Sobre a Importância do Tema. Artigo. 2009. Disponível em:
http://www.ip.pbh.gov.br/ANO11_N1_PDF/governo_eletronico.pdf. Acessado em 3/11/2010.
OLIVEIRA, Viviane Santos de. Buscando Interoperabilidade entre diferentes bases de dados: O caso da Biblioteca do Instituto Fernandes Figueira. Artigo. 2005. Rio de Janeiro. Disponível em: http://thesis.icict.fiocruz.br/lildbi/docsonline/pdf /oliveiravsm.pdf. Acessado em 10/11/2010.
MPDFT. Recomendação conjunta PROEDUC/PDIJ nº2/2008.Disponível em:
http://www.mpdft.gov.br/pdf/recomendacoes/PROEDUC_PDIJ_200802.pdf.
Acessado em 29/11/2010.
VIEIRA, Rejane Esther. Governo Eletrônico Na Administração Pública Brasileira.Artigo.Disponível em: http://www.artigonal.com/administracao-artigos/governo-eletronico-na-administracao-publica-brasileira-641072.html. Acessado em 10/11/2010

Dewey - Abordagens teóricas aplicadas à Educação a Distância

ARTEDUCA 2011
UnB/IdA/Grupo Arteduca
Módulo Módulo 3 – Abordagens teóricas aplicadas à Educação a Distância
Turma Equipe 1
Aluno (s) Carlos, Doralice, Fabiana, José Gonçalves e Simone
Tutores Kátia e Biancho e Sheila
Atividade Atividade 7
Dewey prioriza concepções importantes no ensino dos alunos, tais como a valorização no modo de pensar e a união entre a teoria e a prática, enfatizando o crescimento nos três aspectos: físico, emocional e intelectual. Em Machado (2006), citando um trecho da obra Democracia e Educação, Dewey afirma que “em escolas equipadas com laboratórios, lojas e jardins, que livremente introduzem dramatizações, jogos e desporto, existem oportunidades para reproduzir situações da vida, e para adquirir e aplicar informação e ideias num progressivo impulso de experiências continuadas.” Sua filosofia e práticas docentes têm por base a liberdade do educando, para que este construa seus conhecimentos e elabore suas dúvidas, não desprezando, porém, a participação do educador.
A filosofia Deweyana denominada, Pragmatismo, remete a uma prática docente baseada na liberdade do aluno para elaborar as próprias, certezas, conhecimentos e regras morais. Isso não significa reduzir a importância do currículo ou dos saberes do educador. A abordagem de uma ação reflexiva, destacando-se a descrição, execução e depuração, os novos conhecimentos articulam-se com os conhecimentos anteriores, criando uma parceria entre professor e aluno, em um aprendizado conjunto. Segundo Dewey “O aprendizado se dá quando compartilhamos experiências, e isso só é possível num ambiente democrático, onde não haja barreiras ao intercâmbio de pensamento”, em lugar de começar com definições ou conceitos já elaborados, deve-se usar procedimentos que façam o aluno raciocinar e elaborar os próprios conceitos para depois confrontar com o conhecimento sistematizado. Especificamente na experiência de educação à distância que justifica o presente trabalho é possível identificar tal adequação baseando-se no fato de que Dewey acreditava que, para que o êxito educacional seja atingido é necessário que um grupo de pessoas troque idéias, conhecimentos, sentimentos e experiências sobre várias situações e práticas cotidianas, havendo a necessidade da participação conjunta da escola e dos alunos para que compartilhem esses conhecimentos e gerem transformações.
Portanto, a utilização de meios eletrônicos e interativos, os quais permitam ao aluno acessar a informação transmitida pelo mesmo, buscando a construção de conhecimento próprio e significativo, estruturaram a EAD, uma forma de educação em que o tempo e espaço diferem das estruturas educacionais tradicionais. O ARTEDUCAÇÃO, por exemplo, utiliza como espaço um ambiente virtual de aprendizagem consentindo que o processo de formação/aprendizagem se adapte a realidade do aluno, sem que haja perda da qualidade. Ao garantir o suporte, observa-se o papel da instituição definido por Dewey: possibilitar ao aluno um papel ativo e responsável, juntamente com os outros atores, no processo de aprendizagem, baseado na democracia e acessibilidade.


REFERÊNCIAS
CAMILLO, Rogéria Dias Interação no componente on-line de cursos semipresenciais: um estudo de caso / Rogéria Dias Camillo.Rio de Janeiro: UFRJ / Faculdade de Letras / Programa Interdisciplinar de Pós-Graduação em Lingüística Aplicada, 2010. Disponível em: http://www.letras.ufrj.br/linguisticaaplicada/docs/dissert/rogeriacamillo.pdf .Acessado em 16/07/2011.
DEWEY. John. A Escola e a Sociedade. Lisboa: Relógio d’Água, 2002
_____________.Experiência e educação. Trad. Anísio Teixeira. 2 ed.São Paulo: Nacional, 1971.Disponível em: http://www.arteduca.unb.br/ava/mod/forum/discuss.php?d=8405#p310175 .Acessado em 16/07/2011
FONSECA, Renata Almeida. A modelagem de unidades de aprendizagem usando recursos de ambientes virtuais / Renata Almeida Fonseca. – Campinas, SP:Centro de Computação da UNICAMP, 2007.73p.Disponível em: http://www.rau-tu.unicamp.br/nou-rau/ead/document/?view=100. Acessado em 08/07/2011.

HAMZE, Amélia. Escola Nova e o movimento de renovação do ensino. Artigo.2005.Disponível em:http://educador.brasilescola.com/gestao-educacional/escola-nova.htm . Acessado em 08/07/2011.
MACHADO, João Luís de Almeida. John Dewey e a Escola Ativa
Pelo surgimento de uma Nova Escola.Disponível em:http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=447. Acessado em 14/07/2011.
NETO, Francisco J. da S. Lobo. A "Teoria da Distância Transacional" de Michael G. Moore.Artigo.2002.Disponívelem:http://www.abed.org.br/revistacientifica/_brazilian/cartas_editor/documentos/teoria_michael.html .Acessado em 08/07/2011.
OLIVEIRA, Gleyva Maria Simões. O Sistema de Tutoria na Educação a Distância. Artigo. Cuiabá.2006.Disponível em : http://www.uab.ufmt.br/uab/images/artigos_site_uab/tutoria_ead.pdf .Acessado em 11/07/2011.
RAMALHO. Priscila.John Dewey. Artigo. 2008.Disponível em:
http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/john-dewey-307892.shtml. Acessado em:11/07/2011.
ROCHA, Adriana Conde & CAMPELLO,Sheila.Módulo 2- Abordagens Teóricas Aplicadas à Educação a Distância.UNB.Brasília.Disponível em: http://www.arteduca.unb.br/ava/file.php/170/abordagens.pdf.Acessado em 09/7/2011.
POMBO, Olga. John Dewey. Disponível em: http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/hfe/dewey/lab_school/john_dewey.htm. em 12/07/2011.

sábado, 10 de julho de 2010

GÊNERO- CONSTRUINDO UMA NOVA VISÃO-PROJETO 2010

CENTRO DE ENSINO MÉDIO 01 DO GAMA
PROJETO ...
DISCIPLINA:PI
CLIENTELA: ALUNOS DA 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO- TURMAS DE 2010- MATUTINO

RESUMO- TEXTO 1-ATIVIDADE PRÁTICA



SUBORDINAÇÃO E GÊNERO: DEBATENDO ALGUMAS QUESTÕES .

Osíris da Cunha Fernandes


“Devemos esperar que um novo equilíbrio possa se instaurar entre duas partes igualmente responsáveis? Ou devemos temer que o desejo de dominação vença ainda uma vez a sabedoria?”
Elizabeth Badinter


Papeis Sociais Atribuídos às Diferentes Categorias de Sexo
Não é difícil enxergar que homens e mulheres não ocupam posições análogas na nossa sociedade. A identidade social da mulher, assim como a do homem, é edificada através da atribuição de papéis distintos, que a sociedade espera ver cumpridos pelas diversas categorias de sexo. A sociedade demarca, com bastante precisão, os campos em que pode operar a mulher, da mesma forma como escolhe os terrenos em que o homem pode atuar. Rigorosamente, os seres humanos nascem machos e fêmeas, e é através da educação que recebem que se tornam homens e mulheres. A identidade social é, portanto, socialmente construída.

A Inferioridade Da Mulher
Presume-se que, originalmente, o homem tenha dominado a mulher pela força física. Via de regra, esta é maior nos elementos masculinos do que nos femininos. Mas, como se sabe, há exceções a esta regra. Variando a força em função da altura, do peso, da estrutura óssea da pessoa, etc.. Há mulheres detentoras de maior força física que certos homens.
A força da ideologia da “inferioridade” da mulher é tão grande que até as mulheres que trabalham na enxada, admitem sua “fraqueza”. Estão de tal maneira convencidas desta ideia de sua “inferioridade”, que se assumem como seres inferiores aos homens.
Do ponto de vista biológico, o organismo feminino é muito mais diferenciado que o masculino, estando já provada a sua resistência. Tanto é que as mulheres, estatisticamente falando, vivem mais do que os homens.
Não se trata, contudo, de desejar provar qualquer superioridade da mulher em relação ao homem. O argumento biológico só foi utilizado a fim de mostrar a inexistência de fundamentação científica da ideologia da “inferioridade” feminina. Por outro lado, este argumento serve também para mostrar, mais uma vez, a elaboração social de fenômenos orgânicos, portanto, naturais. Ademais, a elaboração ideológica caminha em sentido contrário ao das evidências orgânicas, pois as tábuas da vida da maioria esmagadora dos países mostram que as mulheres são mais longevas que os homens.
Na tentativa de inculcar nos seres humanos a ideologia da “inferioridade” feminina, recorre-se muitas vezes, ao argumento de que as mulheres são menos inteligentes que os homens. Ora, a ciência já mostrou suficientemente que a inteligência constitui um potencial que pode ser desenvolvido com maior ou menor intensidade, dependendo do grau de estimulação que receber.
Os portadores e divulgadores desta ideologia esquecem-se de medir as oportunidades que foram dadas, ou melhor, negadas às mulheres. Ao se atribuir a elas a responsabilidade praticamente exclusiva pela prole e pela casa, já se lhes está, automaticamente, reduzindo as probabilidades de desenvolvimento de outras potencialidades de que são portadoras. Desta forma, a igualdade de oportunidades pressupõe a partilha de responsabilidades por homens e mulheres, em qualquer campo de Atividade, inclusive no doméstico.
Do exposto pode-se concluir facilmente que a “inferioridade feminina” é puramente social. Todavia, enquanto persistem discriminações legitimadas pela ideologia dominante, especialmente contra a mulher, os próprios agentes da justiça tenderão a interpretar as ocorrências que devem julgar à luz do sistema de ideias justificadoras do presente estado de coisas. O poder está concentrado em mãos masculinas há milênios, e os homens temem perder os privilégios que asseguram sua supremacia sobre as mulheres.
O Poder E O Macho
A sociedade está dividida entre homens dominadores de um lado e mulheres subordinadas de outro. Há homens que dominam outros homens, mulheres que dominam outras mulheres e mulheres que dominam homens. Isto equivale a dizer que o patriarcado, sistema de relações sociais que garante a subordinação da mulher ao homem não constitui o único princípio estruturador da sociedade.
A divisão da população em classes sociais, profundamente desiguais quanto às oportunidades de “vencer na vida”, representa outra forma de dominação, considerada absolutamente legítima pelos poderosos e por aqueles que se proclamam neutros, o mesmo se passando com as diferenças raciais e étnicas.
De modo geral, a supremacia masculina perpassa todas as classes sociais. O poder do macho, embora apresentando várias nuances, está presente nas classes dominantes e nas subalternas, nos contingentes populacionais brancos e não-brancos. Uma mulher que, em decorrência de sua riqueza, domina muitos homens e mulheres, sujeita-se ao jugo de um homem, seja seu pai ou seu companheiro. Assim, via de regra, a mulher é subordinada ao homem. Homens subjugados no reino do trabalho por uma ou mais mulheres detêm poder junto a outras mulheres na relação amorosa.
A Quem Serve A Relação De Dominação Da Mulher Pelo Homem
Já registramos a consciência de que o fenômeno da subordinação da mulher ao homem trespassa todas as classes sociais, sendo legitimada também por todas as grandes religiões.
No plano das classes sociais, a maioria esmagadora dos homens é constituída de trabalhadores que, em troca de um salário, obedecem às ordens de patrões. Estes constituem a minoria que detém o poder econômico. A esta forma de poder associa-se, quase sempre, o poder político. Esta associação permite à minoria impor regras de conduta à maioria. É desta forma que os poderosos disciplinam e controlam a mão-de-obra assalariada, cujo trabalho lhes garante auferir grandes lucros.
Questões como estas devem ser respondidas à luz da complexidade da sociedade moderna. Em nenhuma classe social, o homem abre mão espontaneamente dos seus privilégios. Nas camadas mais privilegiadas, contudo, existe uma consciência mais aguda da identidade dos interesses econômicos entre homens e mulheres. Ainda que o homem não ceda de mão beijada seus privilégios, a participação feminina em certas atividades não ameaça o interesse básico comum da família burguesa, isto é ampliar sua própria riqueza.
Já no seio das camadas trabalhadoras, cuja luta pela sobrevivência é brutal, é ainda muito incipiente, está ainda muito no início o processo de construção da solidariedade. Este processo é lento e difícil, pois as classes dominantes não perdem sequer uma oportunidade de meter suas cunhas nele. Através da ideologia machista, que legitima a dominação da mulher pelo homem, as camadas patronais impedem, ou pelo menos dificultam, a união entre trabalhadores e trabalhadoras.
O machismo, presente tanto na cabeça dos homens como na das mulheres, contribui enormemente para a preservação do estado de coisas vigente no mundo, pleno de injustiças, qualquer que seja o ângulo do qual for examinado: das relações homem-mulher, das relações entre as “classes sociais”, etc.. Estes sistemas de dominação-exploração fundiram-se de tal maneira, que será impossível transformar um deles,deixando intactos os demais. Disto decorre o fato de que todas as atitudes machistas reforçam a fusão dos grupos de dominação-exploração. Será possível levar avante esta luta através da tomada de consciência dos prejuízos coletivos e individuais deste estado de coisas, assim como por meio da desmistificação da ideologia liberal. Esforcemo-nos, ao menos no aprofundamento do estudo sobre aquela que é o sal no banquete terrestre, conforme Erasmo de Rotterdam.
FONTE: http://www.icieg.cv/files/00052_view.pdf

ATIVIDADES:
A-LEITURA E ANÁLISE DO TEXTO .
B-PRODUÇÃO DE TEXTO- RESUMO.

ATIVIDADE PRÁTICA

EXEMPLOS:
Texto 1- Lendas da Via Láctea
A Via Láctea era imaginada como o caminho para casa de Zeus/Júpiter. Era também considerada o percurso desordenado da corrida de Faetonte pelo Céu, enquanto conduzia o carro do Sol. Os povos nórdicos acreditavam que a Via láctea era o caminho seguido pelas almas para o céu.
Na Escócia antiga era a estrada prateada que conduzia ao castelo do rei do fogo. Os índios primitivos acreditavam que a Via Láctea era o caminho que os espíritos percorriam até às suas aldeias, no Sol. O seu caminho é marcado pelas estrelas, que são fogueiras que os guiam ao longo do caminho
Resumo:
Existem várias lendas acerca da Via Láctea. São vários os povos, desde os Gregos, os Nórdicos até os índios primitivos, que interpretam a Via Láctea como um caminho, um rio celestial ou como guia das almas até ao céu.
FONTE: www.prof2000.pt/.../resumos/fazer_resumo.htm
EXEMPLO 2
Em Portugal, sabe (o escritor) que não houve só boas reações ao Prêmio Nobel (ou "Nobél", como diz José Saramago seguindo a fonética sueca).
Houve quem confundisse a grandeza do prêmio com o comprometimento político do escritor. Mas disso Saramago prefere não falar. “A inveja é o sentimento mais mesquinho que existe" diz. " Não devemos perder tempo a falar de sentimentos maus, falemos antes dos bons sentimentos" frisa o autor.
É para falar de coisas boas que o escritor vai estar em Lisboa e depois no Porto, onde tal como já estava combinado antes, vai participar num encontro de escritores ibero-americanos. "Porque os escritores não fazem cimeiras, encontram-se para falar".
in Diário de Notícias, 98.10.13
Resumo:

Em Portugal, não houve só boas reações ao Prêmio Nobel. Ligaram-no ao comprometimento político de Saramago. Mas o escritor recusa-se falar dessas reações que atribui à inveja.É para falar de coisas boas que virá a Lisboa e ao Porto, onde participará num encontro de escritores ibero-americanos.

FONTES: http://portuguesonline.no.sapo.pt/resumo.htm

PRODUÇÃO DE TEXTOS

CENTRO DE ENSINO MÉDIO 01 DO GAMA
PI- PRODUÇÃO DE TEXTOS- 2010
PARTE 1
Síntese e Resumo
Para alguns estudiosos e professores, síntese é o texto construído com as próprias palavras. Resumo é o texto construído com palavras de outro texto. Nos dois casos, os textos são breves e curtos. Segundo a argentina Maria Helena Rodrigues, especialista em linguística, não existe diferença entre síntese e resumo. Ela costuma dizer que isso é uma invenção da escola e dos professores e que, linguisticamente falando, essa diferença não existe. O que não dá para entender, é que, apesar de saberem que um resumo é feito com as palavras de outro texto, os professores querem que os alunos façam resumos com as próprias palavras.
Fonte:http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20090529174410AAKQoph.
SÍNTESE/RESUMO
É um tipo especial de composição que consiste em reproduzir, em poucas palavras, o que o autor expressou amplamente. Desse modo, só devem ser aproveitadas as idéias essenciais, dispensando-se tudo o que for secundário.
COMO RESUMIR UM TEXTO
Ler não é apenas passar os olhos no texto. É preciso saber tirar dele o que é mais importante, facilitando o trabalho da memória. Saber resumir as idéias expressas em um texto não é difícil. Resumir um texto é reproduzir com poucas palavras aquilo que o autor disse. Para se realizar um bom resumo, são necessárias algumas recomendações:

1.Ler todo o texto para descobrir do que se trata.

2. Reler uma ou mais vezes, sublinhando frases ou palavras importantes. Isto ajuda a identificar.

3.Distinguir os exemplos ou detalhes das idéias principais.

4. Observar as palavras que fazem a ligação entre as diferentes idéias do texto, também chamadas de conectivos: "por causa de", "assim sendo", "além do mais", "pois", "em decorrência de", "por outro lado", "da mesma forma".

5. Fazer o resumo de cada parágrafo, porque cada um encerra uma idéia diferente.

6. Ler os parágrafos resumidos e observar se há uma estrutura coerente, isto é, se todas as partes estão bem encadeadas e se formam um todo.

7. Num resumo, não se devem comentar as idéias do autor. Deve-se registrar apenas o que ele escreveu, sem usar expressões como "segundo o autor", "o autor afirmou que".

8. O tamanho do resumo pode variar conforme o tipo de assunto abordado. É recomendável que nunca ultrapasse vinte por cento da extensão do texto original.

9. Nos resumos de livros, não devem aparecer diálogos, descrições detalhadas, cenas ou personagens secundárias. Somente as personagens, os ambientes e as ações mais importantes devem ser registrados.
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